
Um grave acidente envolvendo dois caminhões deixou uma pessoa morta e outra gravemente ferida na tarde de quarta-feira (7 de outubro), no km 258 da MGC-452, em Perdizes, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. A colisão aconteceu em um trecho da rodovia que passava por obras e operava com o sistema de pare e siga.
De acordo com informações atribuídas à Polícia Militar Rodoviária, um caminhão carregado com guarda-roupas trafegava pela rodovia quando se deparou com outro veículo de carga parado em razão do controle temporário do trânsito. O motorista não conseguiu evitar a colisão.
Um passageiro de 48 anos morreu no local. Outro ocupante, de 40 anos, sofreu diversas fraturas, incluindo uma fratura exposta na perna direita, e precisou ser socorrido.
O motorista do caminhão que transportava os móveis, de 47 anos, e o condutor do segundo veículo, de 39 anos, que carregava peixes, não apresentavam ferimentos aparentes.
A perícia da Polícia Civil compareceu ao local para realizar os procedimentos necessários à apuração das circunstâncias do acidente. Equipes da concessionária EPR também atuaram na ocorrência.
Após o atendimento e os trabalhos realizados na pista, o trecho da MGC-452 foi liberado para o tráfego de veículos.
A ocorrência chama a atenção para os riscos em segmentos rodoviários submetidos a intervenções, especialmente nos pontos em que o fluxo de veículos é interrompido temporariamente. Nessas condições, a redução da velocidade e a manutenção de distância segura são medidas fundamentais para prevenir colisões.
O sistema de pare e siga é utilizado para organizar a circulação alternada de veículos em trechos de obras, exigindo atenção redobrada dos motoristas à sinalização e às mudanças nas condições do trânsito.
Em informações complementares da ocorrência, o passageiro sobrevivente relatou aos policiais que o motorista apresentava sinais de sonolência antes da colisão. Segundo seu depoimento, ele chegou a se oferecer para assumir a direção, mas a proposta não foi aceita.
O passageiro afirmou que adormeceu posteriormente e não se recorda do momento do impacto. A declaração integra os elementos que poderão ser analisados pelas autoridades, mas não estabelece, isoladamente, a causa do acidente.
Fonte: Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais (PMRv), com informações complementares da ocorrência divulgadas pelo Araxá Agora.
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